Post compartilhado do Facebook/Luiz Eduardo Oliva, de 10 de maio de 2026
Clarinha, assim os amigos carinhosamente te chamavam. Nossas famílias sempre tiveram laços de amizade desde os nossos pais. Clarinha era da geração de minha irmã Terezinha Oliva, eu mais à Lília - Eliane Porto . Com Nino Porto cheguei a trabalhar na Gazeta de Sergipe.
A familia de Clara Angelica era efervescente na cena cultural (Lília foi porta estandarte do Bloco da Paz). Com Clarinha fizemos a performance do Movimento das Artes em 1982 na Galeria Álvaro Santos, (eu na poesia, Lu Spinelli na dança e ela na voz ao som do violão de Geraldo Resende
Clara Angélica Porto foi uma mulher à frente do seu tempo, mas protagonista do seu tempo. Jornalista, cantora, cronista, bela, mas sobretudo uma inteligência fulgurante. Sorria com os olhos vivos destacando as bochechas, e nos fazia ouvir histórias maravilhosas. Ou nos fazia ler com a destreza das suas palavras em crônicas que merecem a publicação no livro que nunca saiu!
Quando recebi a notícia de sua partida logo imaginei ela sorrindo ou cantando “Jambalaya” canção que passou a ser uma marca dela sequenciado por tantas outras, na noite aracajuana com sua presença luminosa nas canjas que dava ao lado de cantores nos bares da vida.
Viva a memória de CLARA ANGÉLICA PORTO! Toda a minha homenagem, à família principalmente minha amiga e parceira de carnaval Lília,de quem fui o mestre sala quando ela foi a porta estandarte do Bloco da Paz!
Vá em paz, Clarinha, em tempos tão difíceis, compor canções imaginárias e textos divinamente cativantes, em outras paragens!
Texto e imagens compartilhados do Facebook/Luiz Eduardo Oliva

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