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quinta-feira, 2 de abril de 2026

'Vidas que guardam saberes', por Pascoal Maynard

Artigo compartilhado de Post do Facebook/Pascoal Maynard, de 1 de abril de 2026

Vidas que guardam saberes
Por Pascoal Maynard *

Há momentos na vida pública em que a função que ocupamos deixa de ser apenas institucional e passa a ser profundamente simbólica. A cerimônia de diplomação dos novos Patrimônios Vivos da Cultura Sergipana foi um desses momentos. Ali, mais do que entregar certificados, reafirmamos um pacto coletivo com a memória, com a identidade e com o futuro de Sergipe.

Na condição de Presidente do Conselho Estadual de Cultura, senti, com intensidade, o peso e a honra dessa responsabilidade. Não se trata apenas de reconhecer trajetórias individuais — ainda que elas sejam grandiosas —, mas de assegurar que os saberes que moldaram nosso povo continuem vivos, pulsantes, transmitidos de geração em geração.

A chamada “Lei dos Mestres”, instituída pela Lei nº 9.118, é, sem dúvida, uma das mais nobres políticas públicas culturais do nosso estado. Ela materializa algo que, por muito tempo, permaneceu apenas no campo do desejo: o reconhecimento concreto daqueles que guardam e compartilham os saberes tradicionais. Ao conceder o título de Patrimônio Vivo, acompanhado de uma bolsa vitalícia e do incentivo à transmissão do conhecimento, o Estado não apenas homenageia — ele protege, fortalece e perpetua.

Ao ver mestres como Josefa Maria da Silva Santos (Zefa da Guia), Cícero José dos Santos (Véio), Antônio dos Santos (Mestre Sabau), José Ronaldo de Menezes (Mestre Zé Rolinha) e Alzira Alves Santos(Alzira Rendeira) sendo diplomados, tive a certeza de que estamos no caminho certo. Cada um deles carrega em si um universo inteiro de práticas, crenças, técnicas e narrativas que não podem — e não devem — desaparecer.

O patrimônio imaterial, por sua natureza, é frágil. Ele não está protegido por paredes, nem guardado em vitrines. Ele vive nas mãos que fazem, nas vozes que cantam, nos gestos que ensinam. E exatamente por isso exige de nós vigilância constante, compromisso contínuo e, sobretudo, sensibilidade.

É nesse ponto que o papel do Conselho Estadual de Cultura se torna ainda mais relevante. Cabe a nós não apenas deliberar ou normatizar, mas compreender profundamente o valor desses saberes e atuar como guardiões de sua continuidade. É uma missão que ultrapassa a burocracia — é, antes de tudo, um compromisso ético com a história viva do nosso povo.

Saí daquela cerimônia com o sentimento de dever renovado. Sabemos que ainda há muito a avançar: ampliar o alcance das políticas, garantir maior inclusão de manifestações culturais diversas, fortalecer os mecanismos de salvaguarda. Mas também sabemos que cada passo dado é significativo.

Celebrar os nossos mestres é, na verdade, celebrar a nós mesmos. É reconhecer que nossa identidade não está apenas no que fomos, mas no que escolhemos preservar e transmitir.

E enquanto estivermos à frente dessa missão, seguiremos firmes — com honra, responsabilidade e profundo respeito — na defesa do patrimônio imaterial de Sergipe. Porque preservar a cultura é, acima de tudo, preservar a própria vida de um povo.

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* Pascoal Maynard é jornalista, documentarista  e produtor cultural. Atualmente exerce o cargo de Assessor Especial da Funcap, Presidente do Conselho Estadual de Cultura e apresentador do programa Expressão na Aperipê TV.

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Pascoal Maynard

domingo, 26 de outubro de 2025

'Expressão & cultura', por Neu Fontes


Artigo compartilhado do blog NEUFONTES, outubro de 2025

Expressão & cultura
Por Neu Fontes

Olá, gente boa!

Já comentei por aqui que comecei minha vida na música aos oito anos, cantando no coral do Colégio Sagrado Coração de Jesus da minha querida professora Maria José. Eu e Lula Ribeiro éramos a primeira e a segunda voz — e, muitas vezes, os solistas das canções de Roberto Carlos, como Jesus Cristo e A Montanha, entre os cânticos das missas.

O coral era regido por Manuelzinho, então ligado ao Colégio Arquidiocesano e, mais tarde, proprietário do Colégio Dinâmico, em Aracaju. Ele era o maestro e coordenador, e sempre elogiava as vozes dos meninos do Sagrado.

Minha mãe, Susete, ouvindo nossas cantorias, resolveu comprar um violão Estudante Di Giorgio da famosa Dona Caçula — uma vendedora nata, mãe do maestro Heribaldo Prata, da Escola de Música Carlos Gomes, onde eu estudaria anos depois.

Com o violão nas mãos e a voz afinada, comecei a estudar, aos nove anos, com o professor João Argolo, no Conservatório de Música de Sergipe. Por lá, já se falava nas bandas da Jovem Guarda e nos bailinhos da época: Los Guaranys e Sol Nascente; em Boquim, Os Nômades; em Tobias Barreto, a Orquestra Cassino Royale; em Estância, Os Cometas e a Orquestra Unidos em Ritmos; em Nossa Senhora das Dores, o Embalo D; em Propriá, os Átomos; e ainda Os Comanches, Los Tropicanos, Os Vickings, Brasa 10, R-Som 7, Topkap’s, Gerusa e seus Big Loys, a Orquestra do Maestro Medeiros e The Tops.

The Tops era uma das mais comentadas. Lembro que meus tios Sérgio e Moacyr falavam sobre os integrantes, que eram seus amigos. A banda era formada por Rubinho (órgão elétrico), Pithiu (contrabaixo), Marcos (guitarra base), Marcelo Brito (guitarra solo) e Pascoal Maynard (bateria). Teve ainda a participação de Tonho Baixinho.

Confesso que devo ter assistido a uma ou duas apresentações deles na Atlética — eu ainda era muito criança para frequentar os bailinhos da cidade. Mais tarde, na Academia Carlos Gomes, o professor Heribaldo falava com carinho de todos os músicos sergipanos, e sempre dizia: “Os meninos do The Tops são bons demais”.

Essas palavras ficaram na minha cabeça. Naquele tempo, a falta de registros fonográficos e midiáticos tornava quase impossível recuperar as performances dessas bandas — tudo ficava apenas na memória dos que tiveram o privilégio de ouvi-las ao vivo.

Anos depois, conheci alguns desses músicos: Marcelo Brito, Rubinho e o próprio Pithiu, que também é um grande artista plástico. Muito tempo depois, conheci o baterista Pascoal Maynard — mas, curiosamente, por intermédio do meu pai.

Foi ele quem me apresentou ao senhor e consagrado jornalista sergipano Pascoal D’Ávila Maynard, um nome que marcou a imprensa de Sergipe. Meu pai disse:

— Pascoal, esse é meu filho, ele quer ser músico.

E o jornalista respondeu, sorrindo:

— Tenho também um doido em casa… é baterista!

Perguntei:

— É o Pascoal Maynard do The Tops?

Ele riu e confirmou.

Assim soube que o “Pascoalzinho” trabalhava em banco, lidando com seguros, mas era um apaixonado pela música e pelo jornalismo. O pai comentou:

— Quem sabe um dia ele realiza essas vontades.

E realizou.

Pascoal D’Ávila Maynard Júnior foi corretor, bancário, jornalista e um dos grandes boêmios de Aracaju. Amigo e compadre do grande Ismar Barreto, ganhou dele uma homenagem na canção Viver Aracaju, interpretada pela também comadre Amorosa: “A noite vou lá no Fans, tomar chope com Pascoal, papo vai, papo vem, fofocar não faz mal.”

Pascoal Maynard é, antes de tudo, um ativista cultural. Com o tempo, tornou-se um verdadeiro agente da cultura sergipana: jornalista, produtor, cineasta, roteirista, assessor, gestor público e, acima de tudo, um incentivador incansável das artes.

Em 2005, criou o programa Expressão, que há 20 anos dá voz e visibilidade à arte, à cultura e aos artistas de Sergipe — um marco na comunicação cultural do estado.

Foi diretor dos teatros Atheneu e Tobias Barreto, chefe de gabinete e assessor da Secretaria de Estado da Cultura, assessor da Funcaju, diretor de Cultura da Funcap, e hoje preside o Conselho Estadual de Cultura. Também integra a Academia Aracajuana de Letras e o Movimento Antônio Garcia (MAC), da Academia de Letras de Sergipe.

Pascoal também participou da criação do lendário Grupo Memória, onde voltou a tocar bateria, unindo o amor pela música à paixão pela história e pelas tradições sergipanas. E até hoje ele se apresenta, com a mesma alegria e pegada firme, levando ritmo e sorriso por onde passa.

Dizem — e com muita graça — que Pascoal foi o grande incentivador musical de Edvaldo Nogueira, ex-prefeito de Aracaju, principalmente quando o assunto são os instrumentos de percussão. Falam por aí que foi ele quem botou o ex-prefeito pra sentir o balanço da zabumba, e de vez em quando ainda dá uns “toques de ritmo” nas rodas de conversa.

Pascoalzinho, como gosto de chamá-lo, acaba de completar 75 anos. Sua história se confunde com a própria sergipanidade. Concordamos e discordamos em muitas coisas — e é assim que deve ser entre pessoas que pensam e vivem cultura. Mas o carinho, a admiração e o respeito pelo que ele representa superam qualquer divergência.

Pascoal é, literalmente, “Expressão”: o cuidado com a palavra, o abrigo do bom trato, o elogio generoso e o ouvido atento a todas as tendências artísticas.

Um amigo, um mestre, um companheiro de jornada.

Um símbolo vivo da cultura sergipana.

Leia, compartilhe e comente aqui no Blog do Neu!

Porque contar essas histórias é também manter viva a nossa memória e nossa identidade cultural

Texto e imagem reproduzidos do site: neufontes com br/expressao-cultura

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Homenagem de Amorosa a Pascoal Maynard

Post compartilhado do Facebook/Antônia Amorosa Sergipana, de 23 de outubro de 2025 

Hoje(23), é aniversário de uma das pessoas que quero bem, tendo neste balaio de vivências, nossas virtudes e defeitos também; mas, tendo como princípio de vida, valores inegociáveis. 

Nossa amizade nasceu numa mesa de bar, sem que eu bebesse o chopp que ele sempre apreciou, com moderação. Foi através dele que eu conheci Ismar Barreto, e foi em seu apto, na Niceu Dantas, que conheci meu compositor predileto. Nossa amizade evoluiu para o nível de compadre/comadre. Sempre sonhei em vê-lo ocupando uma função pública de destaque porque em terras de Sergipe, sei quem ama, de verdade, a nossa cultura. Tentei levá-lo comigo na gestão municipal 2013/2016 - ele não quis. Em 2023, convidei novamente; ele aceitou o desafio. Obrigada, governador! No alto dos seus 75 anos, @pascoalmaynard é uma referência de dedicação ao registro da memória cultural do povo sergipano, seja através do programa que lidera, seja como jornalista/cinegrafista que não perde a cena da cena sergipana. Ao meu lado, acompanhou de perto minhas lutas e lágrimas, por amor à esta filha de tantos pais - a cultura sergipana. Ao vê -lo como presidente do Conselho Estadual de Cultura, assisto com gratidão a quem teve a sensibilidade de apoiar seu nome, como um ato de justiça a um dos mais ativos trabalhadores do pensar e do fazer cultural em terras de Aracaju e Sergipe. Hoje, meu amigo, meu irmão, meu compadre Pascoal Maynard, chega aos 75 anos, caminhando mais devagar, mas com uma mente atenta a tudo que acontece em nossa aldeia. Filho, irmão, pai, esposo, amigo, trabalhador pela cultura e do jornalismo cultural, Pascoal representa a essência mais nobre da nossa vivência social. Somos diferentes, algumas vezes, na percepção dos fatos; mas, não houve nada, nem ninguém que tirasse do meu coração, o amor fraterno que eu tenho por ele! Hoje, além de parabenizá-lo, quero agradecer a Deus por este amigo, que não ando "grudada", mas o tempo jamais conseguiu nos separar em amizade, respeito e gratidão. Te amo meu compadre! A bíblia diz que temos amigos mais chegados do que irmãos. Você é aquele irmão que eu escolhi como tal, porque Deus me mostrou sua integridade e, principalmente, seu lindo coração. Viva Pascoal!

Texto e imagem reproduzidos de post do perfil no Facebook/Antônia Amorosa Sergipana 

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Pascoal Maynard no MAC “Antônio Garcia”


Publicado originalmente no site do Portal INFONET, em 26 de outubro de 2020

Pascoal Maynard no MAC “Antônio Garcia”
Por Lúcio Prado (do blog Infonet)

O jornalista Pascoal D’Avila Maynard Júnior está chegando ao Movimento de Apoio Cultural Antônio Garcia Filho – MAC – da Academia Sergipana de Letras, por indicação da acadêmica Marlene Alves Calumby.

Apresenta-se com toda a galhardia e predicados intelectuais que sobejamente o credenciam para atingir esse desiderato. Senão vejamos:  sergipano de Aracaju, é notoriamente conhecido e festejado na cidade e além desta, pelas suas ricas realizações e expressiva contribuição que vem prestando, há muitos anos, para o desenvolvimento da cultura sergipana em todas as suas vertentes, nas artes em geral, na música, popular e erudita,  na dança, no folclore e notadamente, na área jornalística, com a difusão das manifestações artísticas e culturais do Estado, quer seja através do seu notável Programa “Expressão”, levado ao ar semanalmente pela TV Aperipê, ou mesmo pelas iniciativas artísticas e culturais, como curador de notáveis exposições levadas a efeito em Sergipe.

Pascoal Maynard, como é mais conhecido nas rodas intelectuais da terra de Tobias Barreto, faz cultura com garra, determinação e estoicismo. Não é fácil fazer cultura no Brasil, pela falta de compromisso e limitações orçamentárias definidas pelos governantes, mas isso nunca intimidou Pascoal Maynard.

Filho de consagrado jornalista sergipano, Pascoal D’Avila Maynard, que fez escola com maestria na imprensa de Sergipe, Pascoal também é jornalista, graduado em Comunicação Social pela Universidade Tiradentes e exuberante produtor cultural, tendo dirigido com proficiência os Teatros Atheneu e Tobias Barreto, a chefia de Gabinete da Secretaria de Estado da Cultura, coordenando vários projetos culturais da Secretaria de Estado da Cultura e atualmente, com inteira justiça, integra a Academia de Letras de Aracaju – ALA, na Cadeira que tem como Patrono  a escritora Giselda Morais. Importante participação teve também o nosso enfocado, na área de publicidade e propaganda, na agencia LIVE.

Desde 2005 produz e apresenta o programa “Expressão”, veiculado semanalmente, às sextas-feiras a partir das 19:30 horas, na APERIPÊ TV, emissora de televisão aberta, da Rede Pública de Televisão, constituindo-se em um dos mais importantes instrumentos de divulgação da nossa história artístico-cultural, sem nenhuma sombra de dúvida. Em “Expressão”, Pascoalzinho, como também é conhecido o nosso candidato, faz cultura consistente, através de entrevistas e reportagens, abordando as manifestações de forma plural, representadas pelos seus conteúdos e formas, abrangendo todos os segmentos, como a literatura, o teatro, a dança, a música, as artes plásticas, etc, destacando o nosso patrimônio material e imaterial cultural e artístico. Não resta dúvida que o programa “Expressão” é o maior veículo cultural televisivo de Sergipe, mantendo uma regularidade e diversidade excepcionais.

Por outro lado, Pascoal Maynard é ainda responsável pela produção e direção de vários documentários para TV e espetáculos musicais para a televisão e teatro. Não devemos esquecer o seu extraordinário acervo de imagens e vídeos de momentos históricos de Sergipe, obtido com visitas ao Museu Mario de Andrade, em São Paulo, à Cinemateca do Museu de Arte Moderna e a à Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Entre as suas realizações podemos destacar a participação para o resgate da obra do inolvidável fotógrafo sergipano Waldemar Lima, responsável pela fotografia do icônico filme “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha, a recuperação das fotografias alusivas ao Centenário de Aracaju, do grande acervo de Valmir Almeida, a curadoria das obras do notável sergipano Aragonez de Faria, com suas maravilhosas pranchas para o Cine Pathé, que revolucionaram a estética na divulgação dos filmes desse estúdio francês. Ainda na Cinemateca do Museu de Arte Moderna – MAM – Pascoal resgatou várias edições do telejornal Cine Revista da Tela, com narração de Cid Moreira, que era veiculado pelos cinemas de Aracaju final da década de 50, início da década de 60.

Em outubro de 2015, participou como convidado do Brasilianisches Kulturfestival Wien 2015 (Festival do Brasil em Viena 2015) apresentando, na Embaixada do Brasil naquele país, três documentários por ele dirigidos, sobre a Cultura sergipana.

O nosso enfocado vem sendo alvo de diversas distinções no Estado, como aconteceu em 2016, quando foi homenageado com a Medalha do Mérito Monsenhor Silveira, pela Associação Sergipana de Imprensa e recebeu “Moção de Aplauso”, do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Estado de Sergipe. Mas não para por aqui. Prêmio Sanfona de Ouro, de Jornalismo Cultural; Prêmio Educar-se, Programa de Televisão Local, em evento promovido pelo intelectual Jorge Lins de Carvalho, Diploma de Honra ao Mérito “Almério Cavalcante”, da Associação dos Artistas Plásticos de Aracaju; Prêmio “Capital” de Produção e Conteúdos Culturais, uma consistente realização da jornalista e poeta Ilma Fontes; Comenda, simbolizada pela “PLACA HONORÍFICA POETA HERMES FONTES”, da nossa Academia Sergipana de Letras e da Universidade Tiradentes.

Sua trajetória na cultura sergipana tem navegado na produção de diversos gêneros: registros históricos, captação de extraordinários eventos teatrais e musicais, entre outras.

Assíduo frequentador de primeira fila (quando não está diretamente no palco ou na  coxia) dos principais movimentos culturais de Sergipe,  Pascoal Maynard, na sua inquietude de poeta e de rara sensibilidade, busca ampliar seu conhecimento cultural e estreitar laços com as diversas manifestações artísticas da cidade. Atinge a maturidade intelectual e pessoal, na celebração dos seus 70 anos de vida intensamente produtiva, ocorrida na semana que passou.

Pascoal Maynard é maior do que tudo que disse. É luminar da cultura de Sergipe e, por tudo isso, entendemos que a sua chegada ao MAC/ASL ilustrará sobremodo a instituição.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br