terça-feira, 22 de agosto de 2017

Patrimônio Cultural de Sergipe

Folclore Sergipano, em Laranjeiras/SE.
Foto: Adilson Andrade/Reproduzida do site: flickr.com
Postada pelo blog: 'SERGIPE...', para ilustrar o presente artigo. 

Patrimônio Cultural de Sergipe

Aborda o patrimônio cultural de Sergipe, juntamente com a conceituação do que seja Patrimônio cultural.

O Patrimônio Cultural:

Patrimônio Cultural pode ser definido como um conjunto de bens culturais, antigos e novos, representativo das manifestações culturais de uma nação ou de um povo.É incomensurável o número total de bens que compõem o Patrimônio Cultural de um povo, de uma nação ou de um pequeno município.O Patrimônio Cultural de uma sociedade ou de uma região ou de uma nação é bastante diversificado, sofrendo permanentemente alterações.Nem só de cidades e monumentos é formado o Patrimônio Cultural: quadros, livros ou mesmo fotografias que documentem a memória e os costumes de uma época também fazem parte do acervo cultural.
o Patrimônio Cultural de Sergipe

Mesmo tombado pelo governo, o patrimônio arquitetônico de Sergipe está abandonado e  muitos monumentos já se tornam ruínas: Igreja Matriz Nosso Senhor dos Passos (Maruim), Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Neópolis), Capela da Fazenda Santa Aninha (Laranjeiras), Igreja de Nossa Senhora de Nazaré (São Cristóvão), Prédio do Cultart (Aracaju), Carrossel do Tobias, Casarões e Igrejas em São Cristóvão e Laranjeiras.O Museu Histórico de Sergipe foi criado em 1960, tendo como finalidade dar proteção aos bens culturais de Sergipe e expor sua coleção à visitação pública.

A primeira ideia de preservar o Patrimônio Artístico-Sacro de Sergipe foi de Dom Fernando Gomes, que se preocupava com o desaparecimento continuo de peças do Acervo Sacro de Sergipe. O Acervo Arquitetônico, Urbanístico e Paisagístico da cidade de São Cristóvão é considerado Monumento Nacional (Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). O Museu de Arte Sacra de São Cristóvão possui em seu acervo objetos que se distinguem pela alta qualidade artística, outros pelo sentido histórico ou, ainda, pela riqueza do material empregado em sua confecção como o ouro, a prata e pedras preciosas. O Museu de Arte Sacra de Laranjeiras foi criado com a finalidade de preservar o Patrimônio Artístico de Laranjeiras.

· Estudiosos de nosso folclore:

- Sílvio Romero, Clodomir Silva e Jakcson da Silva Lima.

- O folclore é uma manifestação espontânea da alma do povo, por isso é algo vivo e dinâmico.

· Manifestações da Cultura Popular em Sergipe:

 Fonte: DINIZ, Diana M. F. L. (coord.). Textos para a História de Sergipe. UFS.1991.

Texto e quadro de manifestações reproduzidos do site: vestibularseriado.com.br

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Familiares de amigos se despedem de José Augusto Barreto

Bom Dia Sergipe - TV Sergipe - Edição de 21 de agosto de 2017.
Clique no link para ver vídeo > https://glo.bo/2uZIAfd

A morte do fundador do São Lucas

Foto César de Oliveira, reproduzida do 
Facebook/César Oliveira e postada pelo blog:
  SERGIPE, sua terra e sua gente, para ilustrar artigo. 

A morte do fundador do São Lucas.

Ivan Valença/Blog Infonet.

A Medicina sergipana ficou um pouco menor ontem com o falecimento do dr. José Augusto Soares Barreto, um dos sócios-proprietários do Hospital São Lucas. Ele já vinha doente há algum tempo, inclusive internado no próprio São Lucas. Faleceu aos 89 anos de idade, deixando a mulher, d. Maria da Conceição Azevedo Barreto e nada menos que seis filhos, além de netos e bisnetos. 

Natural de Socorro, onde nasceu a 16 de julho de 1928, começou a estudar no município de Salgado. Formado em 1952 pela Faculdade de Medicina da Bahia, no ano seguinte veio trabalhar em Sergipe no Hospital de Cirurgia. Foi neste hospital que implantou a primeira Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Sergipe, que leva o seu nome.

Entre 1964 e 1965 foi Presidente da Sociedade Medica de Sergipe. 

Foi um dos criadores do Hospital São Lucas, junto ao Dr. Wilhelm Todt, Nestor Piva e os irmãos Hyder e Hugo Gurgel, inaugurado em outubro de 1969.

Texto reproduzido do site: infonet.com.br/blogs/ivanvalenca

domingo, 20 de agosto de 2017

Morre José Augusto Barreto, fundador do Hospital São Lucas

Imagem: Osmar Barreto (Studio Osmar).

Morre José Augusto Barreto, fundador do Hospital São Lucas

Por F5 News

Morreu no início da madrugada deste domingo (20) o médico cardiologista e fundador do Hospital São Lucas, doutor José Augusto Barreto.

Barreto marcou a história da medicina em Sergipe, ao fundar um hospital, com centro de diagnóstico e imagem, além de oferecer capacitação profissional para trabalhadores da área de saúde, por meio da Fundação São Lucas, braço social do Hospital São Lucas, fundado há 49 anos.

Nascido em 16 de julho de 1928, José Augusto Barreto era natural da cidade de Socorro. Foi aluno do Colégio Salesiano em Aracaju, e do Colégio Marista em Salvador, onde também se graduou em nível superior, pela Faculdade de Medicina da Bahia.

Formado em 1952, menos de um ano depois já estava de volta a Sergipe, trabalhando no Hospital de Clínicas Dr. Augusto Leite, atual Hospital de Cirurgia, atendendo a convite do doutor Augusto Leite. Lá viveu uma fase interessante de sua vida, chegando a morar no próprio hospital, quando voltou da Bahia para Sergipe.

Em 1958, Barreto foi se especializar ainda mais na área da medicina, viajando para fazer um curso na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, ampliando seu conhecimento na área de cardiologia.

Em outubro de 1969, é inaugurada a maior contribuição de Barreto para a medicina em Sergipe, o Hospital São Lucas. Em uma ideia com contribuição dos médicos Dietrich Todt, Nestor Piva, Hyder Gurgel e Hugo Gurgel. Surge então o maior hospital privado do estado por mais de 40 anos. O São Lucas foi o primeiro hospital com atendimento de urgência 24 horas em Sergipe.

José Augusto Barreto sempre foi considerado uma referência na medicina e incentivador do empreendedorismo médico em Sergipe e sua morte enlutou a categoria, de acordo com o médico ortopedista Marlúcio Andrade.

“Perder um grande visionário como doutor José Augusto Barreto é um duro golpe para a medicina e o empreendedorismo em Sergipe. Dr. Barreto era um dos maiores profissionais de todos os tempos da medicina e foi uma das pessoas que inspirou a mim e meus amigos quando queríamos montar a primeira clínica especializada em traumatologia e ortopedia de Sergipe, a Prontoclínica. Na época, recebemos muito incentivo de Dr. José Augusto. Hoje, nossa classe médica e o estado de Sergipe, lamentam sua perda. Dr. José Augusto é homem que entrou para a história de Sergipe”, disse Marlúcio.

O presidente da Sociedade Médica de Sergipe, Adeval Aragão, lamentou a morte de José Augusto Barreto.

“A medicina sergipana acaba de perder um dos seus mais ilustres médicos, o professor e amigo José Augusto Barreto. Sua história dignifica a nossa classe. A Somese está de luto e se entristece ao mesmo tempo em que envia à família os seus votos de pesar”, comentou Adeval Marques.

O corpo de José Augusto Barreto está sendo velado no Cemitério Parque Colina da Saudade, e o sepultamento acontecerá às 16h30 deste domingo.


Autoridades políticas lamentam falecimento do médico José Augusto Barreto

Autoridades políticas manifestaram pesar pela morte do médico cardiologista José Augusto Barreto, que faleceu na noite de ontem (19), aos 89 anos.

O governador Jackson Barreto disse que  "Não é só a medicina que perde hoje uma referência. Nós, sergipanos, perdemos um exemplo de perseverança e altruísmo. José Augusto desbravou caminhos para o avanço da medicina em Sergipe, sempre oferecendo tratamento moderno e humanizado. O hospital São Lucas retrata a grandiosidade do médico que ele foi: é um complexo de saúde que acompanhou o crescimento de nosso estado. Que Deus e o apóstolo Lucas o recebam e consolem amigos e familiares", disse o governador.

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, também manifestou solidariedade a família do médico. "É com muito pesar que recebo a notícia do falecimento de Dr. José Augusto Barreto, um dos maiores nomes da Medicina em Sergipe. Professor, médico humanista e empreendedor, que fundou um hospital exemplo de qualidade e atendimento, Dr. José Augusto deu grande contribuição ao nosso Estado. Deixou sua marca na formação de uma geração de médicos, além de ter sido um ser humano excepcional. A Medicina perde um de seus mais competentes profissionais, e a sociedade perde um grande sergipano", afirmou o prefeito.

Nascido em 16 de julho de 1928, José Augusto Barreto era natural de Nossa Senhora do Socorro. Foi aluno do Colégio Salesiano em Aracaju, e do Colégio Marista em Salvador, onde também se graduou em nível superior, pela Faculdade de Medicina da Bahia.

Em 18 de outubro de 1969, José Augusto Barreto inaugurou o Hospital São Lucas. A criação do primeiro hospital privado do Estado foi uma ideia de Barreto com contribuição dos médicos Dietrich Todt, Nestor Piva, Hyder Gurgel e Hugo Gurgel. O São Lucas foi o primeiro hospital com atendimento de urgência 24 horas em Sergipe.

O corpo de José Augusto Barreto está sendo velado no Cemitério Parque Colina da Saudade, e o sepultamento acontecerá às 16h30 deste domingo.

Fonte: Agência Sergipe de Notícias.

Texto e imagens reproduzidos do site: f5news.com.br

Dr José Augusto Barreto (1928 - 2017)


Publicado originalmente no Portal Infonet, em 04/11/2009.

“Tudo começou pelo coração.”

Agora, o feito notável e destacado é o do médico cardiologista José Augusto Barreto, uma das maiores expressões da medicina sergipana, seguindo os passos de gigantes como Augusto Leite e tantos outros cuja memória permanece inerente à vida da cidade.

Com o título “Tudo começou pelo coração”, o Hospital São Lucas fez publicar um livro memorial dos seus quarenta anos de existência.

O livro, com pesquisa e texto do intelectual Luiz Antonio Barreto, por sua feitura, concepção, gravura e documentação é mais uma contribuição à historiografia sergipana. Mais uma vez Luiz Antonio, além de divulgar e pesquisar as coisas e os homens de Sergipe, procura semear nas nossas terras áridas o sentimento de sergipanidade que permeia, embora despercebido e esquecido, no nosso viver.

Agora, o feito notável e destacado é o do médico cardiologista José Augusto Barreto, uma das maiores expressões da medicina sergipana, seguindo os passos de gigantes como Augusto Leite e tantos outros cuja memória permanece inerente à vida de nossa cidade.

E tudo realmente começou com o coração. Fora uma clinica por início; “Clínica São Lucas”, em homenagem ao Lucas apóstolo, que era médico e que se destacaria, sobretudo por curar almas; os doentes do espírito.

Lucas é o evangelista de texto delicado e amoroso, sobretudo com Maria. É ele que, em palavras terminais do crucificado, fala em perdão, porque nunca sabemos o que fazemos nas nossas imperfeições tão gritantes.

É Lucas, o médico que ouve e proclama uma fraternidade só possível por expressão livre de vontade. É por Lucas que somos irmãos do Cristo por filhos de Maria.

Não estaria aí inserida a ternura do médico ciente de que possuímos, sem exceção, as mesmas carências diante da dor e do sofrimento, e estamos a necessitar a cura tanto dos males imateriais como dos corpóreos, em excedente carência espiritual que física?

Assim, tudo começou com o coração. O médico, Dr. José Augusto Barreto se especializara no estudo desta bomba compassiva e compassada, que não pensa, mas que sem pensar, pensa tudo. Porque o coração sem razão ou com ela, possui razão que a própria razão desconhece.

Pelo menos fora assim que pensara Blaise Pascal (Le coeur a ses raisons que la raison ne connaît point.), para explicar a empatia e os gostos dos homens.

Um brocardo desgastado, que perdeu o seu vigor e grandeza, porque a modernidade revelara que o coração era apenas um músculo; um conjunto de fibras e ligamentos, músculo bomba acionado por impulsos elétricos, ditados pelo cérebro, este o grande pensador cartesiano, o detentor da razão, da falta de razão e da irracionalidade, superioridade do homem frente a besta.

E os gostos e desgostos dos homens passaram a ser explicados por tudo, e até por reação de epiderme, ensejando pruridos e desconfortos ou atrativos de sedução. Algo tão inerente aos gostos e gozos do ser, que vale até na música e no verso, um corintiano perder por reverso um coração sofrido, recebendo, por implante ou desplante, um novo coração corintiano.

Ora, se a compaixão não provém mais do coração, o que dizer da manifestada emoção que o acelera ou retarda, num ritmo sem razão ou em desrazão?

Porque a razão é uma expressão matemática, um quociente entre números inteiros, uma relação causa efeito de simplicidade inserida nos assim chamados números racionais e estendida ao pensamento.

Ela a razão, tão previsível e sem surpresas pressuporia oscilações ou arritmias nas batidas do coração?

E assim em resistência, os homens justificam seus atos, desejos e vontades em função do bom ou mau coração, quando aí não se está falando de cardiopatias, arritmias ou mau funcionamento de válvulas e artérias.

Mas, independente do homem de bom ou mau viver, a missão da Clínica São Lucas imaginada por Dr. José Augusto era prevenir obstruções arteriais, pacificar o descompasso cardíaco, prevenir a dor letal, do bom e do mau coração.

Porque esta é uma tarefa sacerdócio do médico. Porque a dor e o sofrimento constituem característica do viver. E é tarefa do médico lutar contra a agonia e a aflição. Afinal tudo começa com o coração, como fonte de compaixão e solidariedade. Uma tarefa sacerdócio, exclusiva dos discípulos de Hipócrates, por escolha e desejo.

E assim eis a clínica construída, com Lucas tomado como patrono e Hipócrates como lema e rumo.

Se Hipócrates representa a assepsia médica, a proficiência, a necessária isenção para poder adentrar nas angústias e fraquezas do ser adoecido e vulnerável, eximindo-se de louros e vantagens, Lucas insere doçura e carinho no tratamento médico.

Assim, sem se desviar do norte hipocrático nem se arrefecer na compaixão lucana, eis Dr. José Augusto Barreto merecedor de todos os elogios como notável médico sergipano. Um médico que ousou sonhar e tornar realidade um hospital moderno em terras tão inóspitas dos apecuns e alagados de Aracaju, justamente nos idos sombrios de 1969.

Um tempo em que a cidade praticamente acabava no fundo da Igreja São José e crescer significava conquistar terras insalubres e lodosas.

Se os historiadores só vêem trevas nos idos de 1969, vivia-se então uma época de grandes mudanças.

Vigia um grande surto de desenvolvimento. A criação da Universidade Federal de Sergipe, a descoberta e prospecção do petróleo, a industrialização dos sais evaporitos, a construção do porto, a edificação do complexo amônia-uréia constituíam uma série de investimentos públicos e privados no assim chamado milagre brasileiro, em sua vertente sergipana.

Nunca se vira tanto de investimentos em terra Serigy, nem mais se veria por aqui.

Mas, a despeito de tantos investimentos realizados, havia uma carência significativa de leitos hospitalares, mesmo porque os Hospitais Santa Isabel, Augusto Leite e São José não conseguiam suprir toda a necessidade de um atendimento moderno, sempre carentes de verbas e subvenções públicas.

Havia a necessidade de um hospital particular, um nosocômio que conjugasse a eficiência empresarial com a prestação de serviço eficaz. A necessidade justificava o investimento.

Tentara-se um condomínio, uma associação de médicos. A tentativa não foi adiante, restou a mera compra de um terreno; um chão a necessitar de terraplenagem e aterros.

Por outro lado, por desterro e mor sofrimento, naquele tempo não existiam os atuais planos de saúde, democratizando e viabilizando o atendimento médico. O doente quando não era segurado dos diversos institutos, era indigente, carente de tudo, ou tinha que bancar por um serviço melhor qualificado em outras plagas.

Hoje tudo ali mudou; não há alagados, nem miasmas, nem terras insalubres.

Também não há mais a clínica da Rua Stanley Silveira de aparência tranqüila e tosca, o germe cristalino inicial.

O Hospital São Lucas substituiu o consultório inicial com ampliação física e acréscimo de serviços. Ocupou todo o trecho fronteando a lateral da igreja São José que do outro lado continuou quase igual.

Se a igreja pouco mudou, ela passou a viver uma espécie de continuidade do hospital, recebendo as preces dos doentes e de seus familiares.

E o complexo hospitalar não para; assumiu outras áreas, ocupando outro trecho. Virá logo uma passarela para bem melhor servir o usuário da medicina, unido o que não devia estar separado.

Da clínica e do consultório surgiu o hospital. Agora há a Fundação São Lucas, o Centro de Hemodiálise, o Centro de Estudos Técnicos e Profissionalizantes, a Creche Dom Luís Mousinho.

São cerca de 1180 servidores e colaboradores! Fala a realidade atual, evidenciando que um maior número ali atuou nos seus quarenta anos de portas sempre abertas.

Quantos médicos, enfermeiros, funcionários, humildes ou qualificados fizeram vibrar aquelas paredes silenciosas e convidativas para o repouso e a cura!?

Quantos doentes freqüentaram seus tálamos resgatando forças e sanidade!?

Quantos conseguiram ter minoradas suas dores e sofrimentos!?

Quantos ali morreram nos seus leitos confortados, porque por suprema missão médica, cabe-lhe também dar o último alívio contemplando a inexorabilidade da parca no encontro jamais ausente!?

Quem não tem algo a lembrar de passagem e permanência sobre os cuidados de Dr. José Augusto e seus liderados neste Hospital que tem sido uma casa de carinhos!?

Realmente, tudo começara pelo coração, um estetoscópio, um tensiômetro, um instrumental tosco, uma idéia, uma vontade, uma luta persistente e continuada, um passo numa longa caminhada.

Mas, se o Hospital São Lucas representa vida em nossa terra, dê-se ao seu fundador o maior mérito. É ele que em passeio diário por seus corredores dá uma aura de correção, limpeza e eficiência, mostrando na alvura da veste a irrepreensibilidade dos que passam pela vida servindo à sua vizinhança, dando-lhe dignidade e esperança.

Por isso vale a comemoração e a alegria.

Que sejam homenageados e louvados os seus fundadores Dr. José Augusto Barreto e Dr. Dietich Todt, seu auxiliar e co-fundador.

Sejam louvadas também as duas irmãs amigas, Dona Conceição e Dona Nicinha cujas vidas de tão inseridas na missão de cura dos esposos, estão presentes em cada local do hospital como se fora o próprio lar, a sua seara por missão.

Aos filhos que continuam o trabalho de criação nestes quarenta anos passados. Enfim, vida que se prolonga além da vida em lembranças e saudades a merecer nosso carinho e aplauso.

Se tudo nasceu com o coração, e de Pascal se atribui ter o coração razão que a própria razão desconhece, usemos também de Pascal um aforismo por final:

"O prazer dos grandes homens consiste em tornar os outros mais felizes."

O médico José Augusto Barreto e o Hospital São Lucas contribuem com a felicidade sergipana.

Que Deus os abençoe e conserve!

Texto reproduzido do site: infonet.com.br

José Augusto Soares Barreto (1928 - 2017)

José Augusto Soares Barreto (1928 - 2017).

Nasceu em 16 de julho de 1928, em Nossa Senhora do Socorro/SE, filho de José Barreto de Góis e Olga Soares Barreto. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1952. Especialista em cardiologia pela Universidade de São Paulo em 1955 e fellowship em cardiologia pela Associação Americana de Cardiologia. Fez diversos cursos de aperfeiçoamento no Serviço de Cardiologia do Prof.Decourt, da USP e em outros países do mundo. Tornou-se professor emérito das disciplinas de clínica médica e cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Sergipe. Médico do Hospital de Cirurgia desde 1953, atendendo convite do Dr.Augusto Leite, chegando a dirigir o Centro de Estudos e a presidir o hospital, onde organizou a primeira Unidade de Terapia Intensiva do Estado de Sergipe. Organizou ainda a UTI do Tórax em Salvador. Fundador do hospital e presidente da Fundação São Lucas, a primeira a obter certificação do Ministério da Saúde em Sergipe. Presidiu a Sociedade Médica de Sergipe (1963-1964). Membro fundador da Academia Sergipana de Medicina, onde ocupa a cadeira de número dezessete, que tem como patrono o Dr.João Batista Perez Garcia Moreno.

Fonte: somese.com.br

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Clínica e Hospital São Lucas... cuidando da saúde dos sergipanos.


Publicado originalmente no Portal Infonet, em 13/10/2009. 

Clínica e Hospital São Lucas: 40 anos (2009) cuidando da saúde dos sergipanos.

Nem tudo foi ruim no sombrio 1969. No futebol, surgia o Batistão. Na saúde, nascia a Clínica que depois viria a ser o Hospital São Lucas.

Por Lúcio Antônio Prado Dias.

O ano de 1969 fluía sombrio. Vivíamos em plena ditadura militar, com nuvens carregadas sob a
égide do  AI-5. Sergipe era governado pelo baiano de Alagoinhas Lourival Baptista, escolha do marechal Castelo Branco, Presidente da República. No governo, Lourival designa Eduardo Vital para a secretaria da Saúde e Gileno Lima, contrariado com os rumos da política após desentendimentos com o governador, deixa a Prefeitura de Aracaju.

       Nem tudo, porém, era ruim. Dois anos antes, em 1967, havia sido fundada a Universidade Federal de Sergipe, em regime de fundação, prevalecendo as ideias de Dom Luciano Cabral Duarte contra os argumentos de Antonio Garcia Filho, fundador da Faculdade de Medicina, que defendia a nossa Universidade como um modelo de autarquia.

        Mas voltemos a 1969. Neste ano, a Faculdade de Medicina, com apenas 8 anos de fundada, formava a sua quarta turma, composta pelos médicos Byron Emanoel de Oliveira Ramos, Cleomenes da Silva Araújo, Geraldo Moreira Melo, Helio Araújo Oliveira, José Mendonça Gonçalves de Oliveira, Manoel José Leal, Marco Aurélio Prado Dias, Maria Janete Sá Figueiredo, Marília Souza de Oliveira, Marinice Martins Ferreira e Wilma Gonçalves Melo Viana.

       O Conselho Regional de Medicina e a Sociedade Médica de Sergipe, as principais entidades médicas da época, eram presididas pelos irmãos Hyder e Hugo Gurgel respectivamente. A medicina sergipana vivia uma fase exuberante.  No Hospital Cirurgia acontecia, em 12 de maio, a primeira cirurgia cardíaca, realizada pelo cirurgião pernambucano Mauro Arruda com o auxílio dos sergipanos Fernando Sampaio e do recém-formado Eduardo Garcia tendo como instrumentador o doutorando Hélio Araújo.  Na equipe clínica os médicos Gilton Rezende, José Augusto Barreto e Dietrich Todt. O anestesista foi Antonio Garcia e o paciente Manoel Pedro Machado, um homem de 65 anos, que teve um marca-passo implantado com sucesso em seu peito.

      Nesse compasso, surge em outubro a Clínica São Lucas, num terreno ao lado da Igreja São José. Todo o quarteirão havia sido comprado tempos atrás por um grupo de médicos para a realização de grande empreendimento mas a maioria terminou desistindo e foi gradativamente vendendo suas partes. Mas José Augusto Barreto, com Dietrich Todt ao lado, acreditou e construiu inicialmente uma estrutura para atendimento ambulatorial, com consultórios, Raio-X, laboratório e ECG, que perdura até hoje, localizada no atual serviço de urgência. Do grupo inicial que prestava atendimento, fazia parte os médicos Dietrich Todt, Fernando Macedo, Aírton Teles, Edson Freire e Conrado, os três últimos comandando o serviço de Rx, Raimundo Araújo e Joaquim Machado, eram os responsáveis pelo laboratório.

       Nesses primeiros anos, curioso observar que os médicos integrados na Clínica São Lucas faziam atendimentos também em domicílio e para facilitar o acesso, foi adquirida uma ambulância pelo grupo. Nessa altura, já integravam a Clínica os médicos Gilton Rezende, Raimundo Almeida, Geraldo Melo, Henrique Batista, Lauro Fontes e Evandro Sena e Silva.

      O sonho de partir para o hospital revoava a imaginação de José Augusto, mas ele sempre hesitava e recuava, achava não ter vocação para empresário, afinal o que gostava mesmo era de ser médico, atender aos seus pacientes, dar as suas aulas, mas terminou obtendo a coragem necessária graças ao incentivo de amigos e ao acesso que teve ao Fundo de Apoio Social oferecido pela Caixa Econômica Federal para empreendimentos de cunho social. Era o catalizador que faltava para ir em frente e edificar finalmente, o almejado sonho. Estávamos em 1975 e três após, em setembro de 1978, era inaugurado o Hospital São Lucas.

       Desde então, até os nossos dias, o hospital se revelou como uma necessidade para a comunidade, prestando serviços de qualidade e incorporando novas tecnologias, ampliando o seu corpo clínico, implantando novos serviços, atuando com pioneirismo em diversos procedimentos, só para citar a hemodiálise (1981), o transplante renal (1985), a cirurgia vídeolaparoscópica (1991) e a cirurgia bariátrica (2000), entre outros.

     Em 2005 o Hospital conseguiu obter a Acreditação do Ministério da Saúde, sendo o único do Estado a receber tal qualificação.

    O médico que gostava de ser professor, de atender com humanismo seus pacientes,  transforma-se então num grande empreendedor, um dos maiores da história de Sergipe, mantendo sempre em evolução o maior aglomerado privado de saúde do Estado, levando a cura e o alívio a milhares de brasileiros que buscam seus cuidados, empregando de forma direta mais de mil pessoas, em todas as unidades da Fundação, que incluem o Centro de Hemodiálise, o Centrinho, o Centro de Estudos e a Creche Dom Luis Mousinho.

    E o mais extraordinário é que, com tudo isso, José Augusto não deixa de ser o médico diligente, cuidadoso, atualizado, humano e amigo dos seus amigos. Do sonho veio a obra que hoje, 40 anos após, dignifica a medicina sergipana.

    No prédio do Hospital há uma placa que diz: “Em outubro de 1969 germinou aqui na terra o sonho da Clínica São Lucas. Esta obra foi edificada pelo sopro da graça de Deus e pelo calor do coração dos amigos que, juntos, atiçaram a chama que acendeu estas paredes e arquitetou os espaços de fé que cura todas as dores”

    Nada mais fidedigno que esse pensamento tão clarividente.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/blogs/lucioapradodias

José Augusto Soares Barreto (1928 - 2017)

Dr.José Augusto Barreto com sua esposa Ceiça Barreto e seu filho Ricardo Barreto.

Publicdo originalmente no site CAJAB, em novembro de 2010.

José Augusto Soares Barreto. 

Nasceu em 16 de julho de 1928, em Nossa Senhora do Socorro/SE, filho de José Barreto de Góis e Olga Soares Barreto. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1952. Especialista em cardiologia pela Universidade de São Paulo em 1955 e fellowship em cardiologia pela Associação Americana de Cardiologia. Fez diversos cursos de aperfeiçoamento no Serviço de Cardiologia do Prof.Decourt, da USP e em outros países do mundo. Tornou-se professor emérito das disciplinas de clínica médica e cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Sergipe. Médico do Hospital de Cirurgia desde 1953, atendendo convite do Dr.Augusto Leite, chegando a dirigir o Centro de Estudos e a presidir o hospital, onde organizou a primeira Unidade de Terapia Intensiva do Estado de Sergipe. Organizou ainda a UTI do Tórax em Salvador. Fundador do hospital e presidente da Fundação São Lucas, a primeira a obter certificação do Ministério da Saúde em Sergipe. Presidiu a Sociedade Médica de Sergipe (1963-1964). Membro fundador da Academia Sergipana de Medicina, onde ocupa a cadeira de número dezessete, que tem como patrono o Dr.João Batista Perez Garcia Moreno.

A Clínica e Hospital São Lucas com 39 anos de existência está ajudando a salvar, manter e prolongar a vida. O pontapé inicial para chegar ao que é hoje – um complexo formado por hospital, laboratórios, consultórios, urgência – foi fundado em 1969, a partir da construção de uma clínica ambulatorial pelo médico José Augusto Barreto e Dr. Dietrich W. Todt que juntos com uma equipe de colegas idealistas construíram esta grande obra. Depois de dois anos de atividades, foi organizado o Serviço de Urgências Médicas, idealizado para fazer atendimentos na própria sede e em domicílio. Mais tarde, através de um programa da Caixa Econômica que disponibilizava recursos para hospitais, clínicas, escolas, creches, etc, foi criado o São Lucas Médico-Hospitalar Ltda, com a participação de outros acionistas. Foi erguida a Unidade de Internação, e, em 30 de setembro de 1978, era inaugurado o Hospital São Lucas.

Para acompanhar a evolução da Medicina, o Hospital necessitou ser ampliado no final da década de 80, o que só foi possível com a incorporação de salas de consultórios para médicos que trabalhavam na clínica, além de empréstimos através do BNB e Banese. A partir de então, a Clínica e Hospital São Lucas tem acompanhado o desenvolvimento técnico-científico, constituindo-se numa unidade moderna e bem aparelhada.

 José Augusto Soares Barreto: um médico, um empreendedor, um cidadão, que seus 80 anos coberto pela glória do seu trabalho, e pelo exemplo da sua consciência de líder.

Texto e imagem reproduzidos do site: cajab.blogspot.com.br

Morre o Dr José Augusto Barreto (1928 - 2017)


Dr. José Augusto Barreto, renomado cardiologista e fundador do Hospital São Lucas, e sua querida esposa, Ceiça Barreto, mulher forte, presente e seu braço direito na educação dos filhos: Maria Tereza, Marta, Célia, Paulo, José Augusto e Ricardo.

Foto e informação de legenda: jornaldacidade.net/thaisbezerra
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Morre o Dr José Augusto Barreto, fundador e proprietário do Hospital São Lucas.


 Por NE NOTÍCIAS, da redação.

Morreu na manhã deste domingo o médico José Augusto Barreto, fundador e proprietário do Hospital São Lucas.

José Augusto Barreto nasceu em Nossa Senhora do Socorro, em 16 de Julho de 1928.

Iniciou sua carreira no Hospital de Cirurgia, convidado pelo médico Augusto Leite.

Ele morava no hospital, onde atendia aos pacientes.

José Augusto Barreto montou seu primeiro consultório no Edifício Aliança, na rua Laranjeiras, onde permaneceu de 1954 a 1969. Então criou a Clínica São Lucas.

Sergipe perde um dos melhores médicos de sua história.

Texto reproduzido do site: nenoticias.com.br
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Rio Sergipe, banhando a cidade de Aracaju


Fotos: Antônio Samarone.
Reproduzidas do Facebook/Antonio Samarone.

Amanhecer na cidade de Aracaju

Foto: Antônio Samarone.
Reproduzida do Facebook/Antonio Samarone.

Grota do Angico (SE): Ecoturismo, cangaço e Velho Chico

 Sede do Monumento Natural de Angico.

 Entrada da sede.

 Guia mostra a trilha do Cangaço.

 Grota do Angico.

 Beleza dos cactáceos.

Cabeça de Frade.
Fotos: Sílvio Oliveira.

Publicado originalmente no site Infonet/Blog Silvio Oliveira, em 19/05/2016. 

Grota do Angico (SE): Ecoturismo, cangaço e Velho Chico

Rio São Francisco e história do Cangaço

Por Sílvio Oliveira.

Unir a diversidade do bioma de Caatinga com um refrescante banho no rio são Francisco é uma aventura que cada vez mais atrai turistas, ávidos por trilharem os caminhos do cangaço no sertão de Sergipe. O Monumento Natural de Angico é o ponto de partida para a ecoaventura entre os municípios de Canindé do São Francisco e Poço Redondo, no Alto Sertão de Sergipe. São mais de 2.400 hectares de bioma protegido, com boa infraestrutura turística, em meio a cactáceos, pequenos arbustos, flor de mandacaru, répteis e muita história para contar. E de presente, a natureza foi generosa refrescando o final da trilha com o caudaloso banho de rio no Velho Chico.

O roteiro inicia partindo de Aracaju (SE) logo no amanhecer do dia. Poço Redondo fica a cerca de 200km da capital sergipana, numa região denominada árida, mas cheia de atrações (ver dicas). O ponto de partida é o Centro de Convivência da Unidade de Conservação da Grota do Angico, mantido pelo Governo de Sergipe na zona rural do município. Não é difícil chegar lá, mas o turista deverá estar com o sentimento de aventureiro, posto que, passa-se por uma estrada de mais de 12km de piçarra.

No Centro de Convivência há toda a infraestrutura para começar bem a trilha. Conta-se que ali era a antiga sede da fazenda Angico, visitada frequentemente por Lampião e seu bando. Por conta disso, um dos cômodos foi reformado e a casa antes de taipa foi mantida para resguardar a memória. A unidade também ganhou um mirante de onde se pode ver a magnitude da região de caatinga, a perder de vista.

A trilha é considerada de fácil grau de dificuldade, guiada por um agente florestal e de turismo, que mostram os tipos principais de cactos, bromélias e árvores nativas da caatinga.

O Plano de Manejo do Mona Angico, em sua caracterização florística, registrou a ocorrência de mais de 157 espécies nos limites da Unidade de Conservação, distribuídas em 108 gêneros e 45 famílias, ou seja, uma rica biodiversidade que pode ser apreciada na trilha.

Na caracterização da fauna, identificou-se a presença de 24 espécies de mamíferos; 124 de aves, sendo 14 espécies consideradas como endêmicas do Brasil e duas presentes na lista de espécies ameaçada do Ibama (2003), vulneráveis à extinção: o jaó-do-sul (Crypturellus noctivagu) e o chorozinho-de-papo-preto (Herpsilochmus pectoralis); 25 espécies de répteis e 18 de anfíbios.

Atmosfera nordestina - O visitante percorre cerca de 1km de trilha partindo do Centro de Convivência, quando se depara com uma parte mais íngreme. Chega-se a Grota do Angico propriamente dita, cenário da morte do maior ícone do movimento do cangaço, Virgulino Ferreira, o Lampião, além de sua companheira, Maria Bonita, com nove cangaceiros. Há uma cruz em cima de uma pedra datado o fato, ocorrido em 28 de julho de 1938.

Há muitas histórias sobre o caso, mas é sabido que o local é místico e envolto de uma atmosfera bem nordestina e quase que sagrada. Todos os anos, em julho, pesquisadores, familiares, nordestinos viajam até o local, onde é celebrada uma missa em homenagem ao Pai do Cangaço. A celebração é intensa e cheia de ritos.

O passeio só está começando. Relaxe um pouco mais com as histórias contadas pelos guias e deixe a atmosfera contagiar, pois mais uma caminhada está por vir.

A trilha de mais 1km ora sobe, ora desce, passando por percursos de riachos secos e muita história que vai desde Padre Cícero, Lampião, primeiras estradas de ferro, a cultura cangaceira, entre outros.

Percebe-se que além da preservação ambiental há todo o contexto sociocultural da região, protegendo o sítio histórico da Grota do Angico, além de ser uma região de desenvolvimento de pesquisa científica, educação ambiental, ecoturismo e visitação pública, associada ao desenvolvimento de assentamentos e ramos econômicos que envolvem a caatinga, a exemplo do mel de abelha, dos doces caseiros, dos produtos derivados do leite.

O turista observa que a trilha possui lixeiras e cordas em alguns trechos mais íngremes. O Eco Parque do Cangaço, um investimento privado à beira do rio São Francisco, está por vir.

Ao longe, ver-se o caudaloso Velho Chico, já na divisa com Alagoas. O Eco Parque é uma boa pedida para se refrescar, alimentar o corpo e relaxar bem ao estilo nordestino: em uma das redes à beira do rio e na sombra das mangueiras, com a brisa do São Francisco batendo no rosto, depois de muito calor sertanejo...

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br/blogs/silviooliveira

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Praça, no município de Estância

Foto: Arquivo Portal Infonet.
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Morre o procurador do MP de Contas Carlos Waldemar

Procurador aposentado do Ministério Público de Contas, 
Carlos Waldemar Resende Machado.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 15/08/2017.

Morre o procurador do MP de Contas Carlos Waldemar

O sepultamento acontece às 11 horas desta terça-feira, 15

Faleceu na madrugada desta segunda-feira, 14, na cidade de São Paulo, aos 72 anos, o procurador aposentado do Ministério Público de Contas, Carlos Waldemar Resende Machado. A chegada do corpo é aguardada em Aracaju às 16h45. A partir das 20 horas, inicia-se o velório no cemitério Colina da Saudade, onde, às 9 horas desta terça-feira, será celebrada a missa de corpo presente. O sepultamento será às 11 horas.

Carlos Waldemar ingressou no órgão que atua junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE) em junho de 1973, aposentando-se em outubro de 2014, quando completou 70 anos. O procurador chegou a obter destaque nacional ao ocupar a vice-presidência da Associação dos Membros do Ministério Público de Contas.

Ao tomar conhecimento do falecimento, o conselheiro-presidente Clóvis Barbosa de Melo decretou luto oficial de três dias no âmbito do TCE. "O procurador Carlos Waldemar foi um homem público exemplar, que desempenhou seu papel com dignidade e assim será sempre lembrado", destacou.

Segundo o procurador-geral do MP de Contas, João Augusto Bandeira de Mello, o procurador Carlos Waldemar foi fundamental para "concretizar e institucionalizar a atuação do Ministério Público Especial, que hoje tem carreira definida, estruturação, local físico, assessoria, espaço institucional e legislação".

“E mais do que isso, foi um mestre e líder para todos nós procuradores, que muito aprendemos com seu amor e dedicação à carreira ministerial”, concluiu Bandeira de Mello.

Fonte: TCE.

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Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), em Aracaju

Foto reproduzida do site: cinform.com.br

sábado, 12 de agosto de 2017

Vista aérea do Bairro Coroa do Meio, em Aracaju

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Vista aérea do Aeroporto de Aracaju

Foto: PMA.
Reproduzida do site: ajn1.com.br

Calçadão da Rua João Pessoa, em Aracaju

Foto: Portal Infonet.
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Ressaca e mar grosso no litoral sergipano

Foto: Arquivo Portal Infonet.

Dia de feira livre no Conjunto Augusto Franco, em Aracaju




Dia de feira livre no Conjunto Augusto Franco é assim: cores, cheiros, sabores e pessoas para todos os lados. Localizada na praça Industrial João Rodrigues da Cruz, em Aracaju.
Fotos: Felipe Goettenauer.
Legenda e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br