segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Morre o empresário Fernando Morais Silva, fundador da Casa das Tintas


Texto publicado originalmente no site F5 NEWS, em 20 de fevereiro de 2022 


Morre o empresário Fernando Morais Silva, fundador da Casa das Tintas 


O sergipano de Estância tinha 85 anos e estava hospitalizado há cerca de um mês 


Por F5 News 


Faleceu neste domingo (20) o empresário Fernando Augusto de Morais Silva, aos 85 anos, em Aracaju. Natural de Estância, ele fundou a Casa das Tintas, uma tradicional rede de lojas do ramo da construção civil em Sergipe. 


Viúvo e pai de três filhos, ele estava internado há cerca de um mês em um hospital particular da capital sergipana e não resistiu às complicações decorrentes da covid-19. 


Em nota, a Fecomércio-SE lamentou a morte do empreendedor. “Manifestamos nossa solidariedade aos filhos, familiares, amigos e admiradores”, publicou a instituição, da qual ele já foi vice-presidente. 


Nas redes sociais, o governador Belivaldo Chagas também manifestou pesar pela morte do empresário. 


Fundada em 1975, a Casa das Tintas possui cinco unidades na capital e também no interior sergipano. Em um vídeo publicado no ano passado, seu Fernando - como carinhosamente era chamado - conta detalhes da sua trajetória profissional. 


Texto reproduzido do site: f5news.com.br

 

Morre aos 84 anos o fotógrafo Lineu Lins de Carvalho

Foto reproduzida do Facebook/Antonio Samarone e postada pelo blog 


Texto publicado originalmente no site RADAR SERGIPE, em 20 de fevereiro de 2022 


Morre aos 84 anos o fotógrafo Lineu Lins de Carvalho 


Morreu no final da noite deste domingo, 20 de fevereiro, o conhecido fotógrafo sergipano Lineu Lins de Carvalho, aos 84 anos. Há algum tempo ele vinha enfrentando problemas de saúde decorrentes do mal de Alzheimer, doença que acabou provocando a sua morte. 


Por vários anos, Lineu foi considerado como um dos melhores fotógrafos de Sergipe, sendo bastante requisitado para fotografar festas de casamento, quinze anos, formaturas e outros eventos sociais. Foi, também, destacado profissional responsável pela documentação fotográfica de importantes acontecimentos e fatos da vida empresarial sergipana. 


Através das suas lentes, registrou a realização de várias obras do Governo do Estado, nas mais diferentes etapas da construção, contribuindo para a formação de um invejável arquivo fotográfico. 


Com um acervo de mais de 30 mil filmes, sendo cerca de 20 mil em preto e branco e os demais coloridos, Lineu foi o primeiro fotógrafo de Sergipe a fazer uso da máquina digital. Ao longo da sua vida profissional, sempre gostou de capturar imagens de cenas do dia a dia de Aracaju, bem como do artesanato e retratar crianças, cujo arquivo está sob os cuidados da Universidade Tiradentes. 


Lineu Lins de Carvalho foi um fotógrafo que se preocupou em guardar, cuidadosamente, todo o seu acervo e guardou quase todas as fotografias que, posteriormente, foram digitalizadas pela Unit, responsável pela guarda do precioso banco de dados. 


Durante a sua vida, Lineu sempre disponibilizou o seu acervo para estudos e pesquisas sobre a história de Sergipe, desde que o material não fosse utilizado para fins comerciais. 


Criterioso, Lineu Lins levava horas e às vezes até dias para fotografar o cotidiano ou obras e prédios públicos. Foi, na sua época, talvez o mais requisitado fotógrafo sergipano. 


O velório está sendo realizado no OSAF, localizado na rua Itaporanga, em Aracaju, e o seu corpo será cremado nesta segunda-feira. 


Texto reproduzido do site: radarsergipe.com.br 

A morte de Lineu tem um significado para além da tristeza da notícia...

Lineu Lins, fotografo (Crédito da Foto: César de Oliveira) 


Publicação compartilhada do Perfil do Facebook/Luiz Eduardo Oliva, em 20 de fevereiro de 2022 


A morte de Lineu tem um significado para além da tristeza da notícia da perda de um amigo.

 

Lineu era o último de uma geração de brilhantes fotógrafos sergipanos que pontuaram internacionalmente a arte da fotografia. 


Prêmios internacionais, admiração, respeito, assim foi o Clube Sergipano de Fotografia. Nomes como Valdemar Lima, Arício e Lélio Fortes, Humberto Aragão, Celso Oliva, Fernando Porto, Fernando Sampaio marcaram a cena sergipana pela arte da câmera fotográfica, de uma época em que a fotografia, para além do olhar no visor da câmera, exigia do fotógrafo também o manejo da arte do laboratório na chamada câmera escura onde a técnica no uso do nitrato de prata também possibilitava ao fotógrafo revelar, literalmente, o seu talento.  


Daquele grupo que pontuou a fotografia de arte de Sergipe, Lineu era o mais novo. Foi, como os de sua época, auto didata, intuitivo, onde o acesso para equipamentos e livros era precário e dependia da sensibilidade, da busca por conhecimentos na garra, na obstinada dedicação, da interação entre os amigos amantes da fotografia.  


Lineu, para além da fotografia de arte, decidiu viver profissionalmente de fotografia. Apurou a técnica, uniu ao exuberante talento o bom gosto e o olhar diferenciado. E manteve por longos anos, o melhor estúdio de fotografia de Sergipe.  


Era o único representante vivo da mais brilhante geração de fotógrafos sergipanos e sua partida hoje significa também o fim daquela geração. 


Lineu, da talentosa família Lins de Carvalho foi e será referência, como é o amigo Jorge, ou o antropólogo (já falecido) Fernando Lins.  


A cultura sergipana muito deve ao olhar de Lineu.  


Grande Lineu! 


Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Luiz Eduardo Oliva

Morre o fotógrafo Lineu Lins

Foto reproduzida do site SOMESE e postada pelo blog SERGIPE... 


Texto publicado originalmente no site DESTAQUE NOTÍCIAS, em 20 de fevereiro de 2022 


Morre o fotógrafo Lineu Lins 


Lineu Lins deixou um acervo fotográfico de quase 30 mil filmes 


Morreu em Aracaju, neste domingo (20), o fotógrafo Lineu Lins de Carvalho, 84 anos de idade. O velório acontece até às 16hs desta segunda-feira, (21), no Osaf, à Itaporanga, 436, centro da capital.  A família informou que o corpo será cremado. Lineu foi um dos primeiros profissionais de fotografia a registrar a sociedade sergipana e o cotidiano do estado, deixando um acervo de quase 30 mil filmes, que ele sempre disponibilizou  para estudos e pesquisas. 


Lineu Lins também foi o primeiro fotógrafo no estado a fazer uso da máquina digital: “Sempre gostei de fotografar, de capturar imagens, de cenas dos dia a dia da nossa cidade, artesanato e retratar crianças”, frisou certa feita numa entrevista. O arquivo desde grande fotógrafo está sob os cuidados da Universidade Tiradentes (Unit). Um dos pioneiros da fotografia no estado, Lineu Lins acompanhou a época dos tradicionais fotógrafos lambe-lambe. 


Lineu, o profissional 


Lineu Lins começou a gostar de fotografia ainda adolescente. Descobriu a paixão no ginásio e em 1953 revelou o seu primeiro filme. Em meio aos estudos autodidatas e as experiências que foi adquirindo com um cotidiano de práticas fotográficas tornou-se profissional em 1956, aos 19 anos de idade. Desde então, Lins se dedicou a fotografar as transformações ocorridas em Sergipe, a partir da urbanização das principais cidades do estado. 


O foco da produção de Lineu Lins sempre foi o homem. A partir desse referencial, ele abordou as mudanças no espaço urbano, rural e no meio-ambiente sergipano. O seu acervo é composto ainda por representações fotográficas da cultura popular, arquitetura, personalidades e eventos sociais, onde aparecem os cerca de 1.500 casamentos que fotografou em Sergipe. A atuação de Lins é vista ainda em trabalhos que realizou para indústrias, empresas e para instituições governamentais sergipanas. 


Por Destaquenotícias 


Texto reproduzido do site: destaquenoticias.com.br