Post compartilhado do Perfil do Facebook/Pascoal Maynard, de 19 de outubro de 2026
Tonho Baixinho: a amizade que a música tornou eterna
Por Pascoal Maynard
Hoje, 19 de outubro de 2026, recebo com profunda tristeza a notícia da partida de Tonho Baixinho, meu amigo, companheiro de música e parceiro de tantas histórias que o tempo jamais conseguirá apagar.
É difícil falar de Toinho (assim que eu o chamava), apenas como cantor e compositor, porque, para mim, ele foi muito mais do que um grande artista sergipano. Foi um amigo querido, alguém com quem compartilhei sonhos, palcos, composições e momentos que fazem parte da minha própria história.
Nossa caminhada musical atravessou diferentes épocas. Estivemos juntos no The Top’s, quando a música era também descoberta, juventude e paixão. Mais recentemente, voltamos a dividir experiências no Grupo Memórias, reencontrando no palco a alegria de tocar, cantar e reviver tantas lembranças. Entre esses momentos, construímos uma amizade que ultrapassou os limites da música.
Também compusemos várias canções juntos. Cada parceria guardava um pouco de nossas conversas, de nossas afinidades e da maneira como enxergávamos a música. Hoje, essas composições ganham outro significado: tornam-se testemunhos de uma convivência que a morte interrompe, mas não consegue apagar.
Hoje, despeço-me do amigo com o coração apertado e a gratidão de quem teve o privilégio de compartilhar com ele uma parte importante da vida. A saudade já começa a ocupar o espaço de sua presença, mas nenhuma despedida será capaz de desfazer o que construímos juntos.
A amizade permanece. A música continua. E você, meu amigo, seguirá vivo em cada nota que nos fizer lembrar de tudo o que vivemos.
Texto e imagem reproduzidos de post do Facebook/Pascoal Maynard

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